terça-feira, 7 de maio de 2013

Comparo as relações humanas a um mergulho em que a profundidade é um elemento de importante interesse, visto ser ele o que nos agonia. À medida que evoluímos, descemos mais e a adaptação corporal torna-se cada vez mais desafiante, já para não falar na impossibilidade. Conseguirias viver, por exemplo, em permanente doença? Os ouvidos sempre a pronunciarem-se, sobrepondo-se à importância da tarefa. O presente torna-se passado e o agora, depois. As funções tornar-se-iam disfunções e o pânico seria visto como aparente saída, mas com ele traria o afogamento. A calma tem de ser companheira da agonia e dor, o caminho tem de ser contínuo e a adaptação um almejo. Mais tarde a consciência tornar-se-à um local calmo e agradável do qual se quererá retornar. Mas, para isso é preciso tirar o curso de mergulho e como tal, é a vida e sua paciência que ensinam em não ir ao fundo.

sábado, 27 de abril de 2013

"A verdade tem estrutura de ficção" J.Lacan

terça-feira, 23 de abril de 2013

“Cultiva o que te censuram, és tu mesmo.” Cocteau

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Há dias tempestuosos em que aparentemente nada se passa, mas cuja batalha se revela possante. São esses os dias mais dolorosos e enfáticos da existência, onde a mágoa se torna fluorescende e se faz sentir. É essa a sua maldição que acorda, cresce e se faz adormecer, perdida na escuridão da incerteza do quando. Curar-se-à esta aparente doença com o enturpecimento do adormecido, mas cujo mal não jazerá enquanto se souber vivo.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"A busca dos prazeres ou das ocupações (...) podem distrair o homem [do] pensamento fundamental da limitação da sua existência." Pascal

sábado, 16 de fevereiro de 2013

"Nada vai embora antes de nos ter ensinado o que precisamos saber." Pema Chodron

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

"O sonho é uma arte poética involuntária."  Kant